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dc.contributor.advisorSchuldt Filho, Guenther
dc.contributor.authorLerina, Isabela
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2019-07-08T22:57:21Z
dc.date.available2019-07-08T22:57:21Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/7626
dc.descriptionObjective: To evaluate the relationship between sagital root positioning and buccal bone thickness. Methods: 114 teeth were analyzed in cone beam computed tomography scans. The data obtained from the CT scans corresponded to the thickness of buccal bone in two regions: 2 and 4 mm apical to the bone crest (EO2 and EO4, respectively) and root sagital positioning in the alveolar socket. Results: From a total of 114 teeth, 78 (68,42%) were classified as class I, 25 (21,93%) as class II and 11 (9,65%) as class IV according to the sagital root positioning. No tooth was classified as class III. From a total of 228 analyses regarding buccal plate thickness at EO2 and EO4, the buccal plate was absent in 8 (3,52%) evaluations at EO4, whereas only once (0,43%) at EO2. The mean values found for EO2 was 0,52mm and for EO4 was 0,42. Still, at 11 sites (4,82%) bone phenotype was considered thick (≥ 1mm). Conclusion: It was not possible to establish a direct relation between root sagital positioning and bone thickness at EO2 and EO4. Nonetheless, there is a trend to have a thicker bone at EO2 when compared with EO4 values.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Analisar tomograficamente a relação entre o posicionamento da raiz no processo alveolar e a espessura do terço cervical e médio da tábua óssea vestibular em dentes anteriores. Métodos: Foram analisados 114 dentes em tomografias computadorizadas de feixe cônico. Os dados obtidos a partir das tomografias corresponderam à espessura da tábua óssea vestibular em duas regiões: 2 e 4 mm apical à crista óssea (EO2 e EO4, respectivamente). Nos mesmos cortes tomográficos, os dentes foram classificados de acordo com o posicionamento da raiz no processo alveolar. Resultados: Do total de dentes avaliados (114), 78 (68,42%) foram classificados como classe I, 25 (21,93%) como classe II e 11 (9,65%) como sendo Classe IV de acordo com a posição da raiz no alvéolo. Nenhum dente foi classificado como Classe III. Do total das 228 análises da espessura óssea em EO2 e EO4, em 8 (3,52%) ocasiões a espessura óssea em EO4 apresentava-se ausente enquanto que em apenas 1 (0,43%) ocasião a espessura em EO2 estava ausente. A média dos valores encontrados em EO2 foi de 0,52mm enquanto que em EO4 foi de 0,42. Ainda, em 11 mensurações (4,82%) o fenótipo ósseo pode ser considerado espesso (≥ 1mm). Conclusão: Não foi possível estabelecer uma relação direta entre o posicionamento da raiz no alvéolo e a espessura da tábua vestibular em EO2 e EO4. No entanto, observou-se uma tendência de em EO2 a tábua óssea vestibular ser mais espessa do que em EO4.pt_BR
dc.format.extent49 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofOdontologia - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectRaiz dentáriapt_BR
dc.subjectMaxilapt_BR
dc.subjectProcesso alveolarpt_BR
dc.subjectImagem por ressonância magnéticapt_BR
dc.subjectImplantação dentáriapt_BR
dc.titleRelação do posicionamento da raiz no processo alveolar com a espessura da tábua óssea vestibularpt_BR
dc.title.alternativeRelation between sagital root positioning and buccal bone thicknesspt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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