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dc.contributor.advisorSimiano, Luciane Pandini
dc.contributor.authorSeverino, Edna Soares
dc.coverage.spatialTubarão/ SCpt_BR
dc.date.accessioned2019-11-07T18:07:36Z
dc.date.available2019-11-07T18:07:36Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/8284
dc.descriptionThe present research has focused on how babies have been living their time in the child day care facilities and it was carried out at a public child day care institution in the town of Laguna, Santa Catarina, Brazil, with a group of 12 kids, zero to 18 months old and four adult female caregivers. The ethnographic study was done over a period of four months and has as its investigative resources, written and photographic records. The analysis was focused on the dialogue between different authors, such as Barbosa (2006, 2013), Batista (1998), Schmitt (2008, 2014), Pandini-Simiano (2010, 2015) and Guimarães (2008) and it was possible to identify the proposed organization of time by the institution was based on a rigid and linear routine, natural for the caregivers. It was verified the use of DVD is a recurrent strategy used automatically by them to entertain and control the bodies of the babies in different moments of the day, even while feeding, sleeping and hygienizing. The care time for the caregivers were associated to mechanical actions as cleaning up after others, overlapping themselves to gestures considered as educational, as "working time". It was also proved the organization of time proposed by the institution's caregivers was ruled by the clock, marked by the speeding, fragmentation and mechanization of the daily activities. However, babies do not see time organization passively or statically. They resist and break the proposed time, making daily life less routine through their actions. As kids sought to live different relationships in the proposed time, they show they are able to use time and space to do things that adults are not anticipating but that are important and necessary for kids. The fact refers to the necessity and urgency of rethinking the organization of the time and space proposed by the child day care institution, in order to consider the rhythm of the babies who spend the day there.pt_BR
dc.description.abstractA presente pesquisa tem por foco analisar como os bebês têm vivido o tempo no espaço da creche. Realizado em uma instituição pública do município de Laguna, Santa Catarina, o estudo teve como sujeitos um grupo de 12 bebês, com idades entre 0 a 18 meses, e quatro adultas-professoras. A pesquisa, de orientação etnográfica, foi realizada em um período de quatro meses e tem como recursos investigativos registros escritos e fotográficos. Na análise, apostou-se no diálogo entre diferentes autores, como, por exemplo, Barbosa (2006, 2013), Batista (1998), Schmitt (2008, 2014), Pandini-Simiano (2010, 2015) e Guimarães (2008). Como resultado da pesquisa, pôde-se identificar que a organização do tempo proposta pela instituição educativa está pautada em uma rotina rígida e linear naturalizada pelos adultos. Constatou-se que o uso do DVD é uma estratégia recorrente utilizada de forma automatizada pelos adultos, para entreter e controlar os corpos dos bebês em diversos momentos do cotidiano, sobretudo na alimentação, sono e higiene. Os tempos de cuidado, para as professoras, parecem estar associados às ações mecânicas de assear o outro, justapondo-se aos gestos considerados por elas como educativo, tal como “a hora do trabalhinho”. Evidenciou-se que a organização do tempo proposta pelos adultos na creche é regida pela cronologia do relógio, marcada pelo aligeiramento, fragmentação e mecanização das ações cotidianas. Contudo, os bebês não vivem essa organização cronológica de forma passiva ou estática. Eles resistem e transgridem o tempo proposto, tornando o cotidiano menos rotineiro através das suas ações. À medida que os bebês buscavam viver outras relações no tempo proposto, eles mostram que são capazes de usar o tempo e o espaço para fazer coisas que não estão previstas pelos adultos, mas que são importantes e necessárias para eles. Fato que remete à necessidade e urgência de (re)pensar a organização do tempo e espaço proposta na creche, no sentido de considerar os ritmos dos bebês que ali vivem diariamente.pt_BR
dc.format.extent105 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTempopt_BR
dc.subjectCrechept_BR
dc.subjectEspaçopt_BR
dc.subjectBebêspt_BR
dc.title“Não tenho tempo para esperar a hora”: um estudo sobre o uso do tempo pelos bebês no espaço da crechept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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